domingo, 20 de maio de 2012

PALESTRA SOBRE POLUIÇÃO SONORA NA ESCOLA MUNICIPAL EM ALTO DA TEREZINHA

Palestra sobre poluição sonora no bairro de Alto da Terezinha
Além da fiscalização diária que realiza no combate à poluição sonora, através de ações punitivas, a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) continua ministrando palestras sobre o assunto para inúmeras instituições da capital e região metropolitana. Dessa vez, estudantes da Escola Municipal Durval Pinheiro, localizada na Rua Getulio Vargas S/N, bairro de Alto da Terezinha. 
Na abertura do evento a colaboradora da (Sucom) Larissa Sá abordou sobre os projetos desenvolvidos pela autarquia e logo após o especiliatista da Gerência de Fiscalização e Prevenção à Poluição Sonora (Gefip), Edson Silva, falou sobre os malefícios causados pela poluição sonora, explanou sobre as leis que tratam do tema e explicou sobre o trabalho que a autarquia realiza diariamente no combate a esse tipo de problema.
“A Sucom não é contra o som, apenas não é a favor do abuso”. Foi assim que Silva iniciou a palestra, que seguiu com comentários sobre os prejuízos causados à saúde das pessoas quando expostas a altos níveis sonoros. Ele explicou que as lesões não aparecem imediatamente, mas com o passar dos anos, doenças como estresse, surdez e depressão são inevitáveis. 
Através de slides, Edson falou sobre algumas situações constatadas pelos prepostos da autarquia durante as operações de fiscalização. Ele citou o caso do equipamento sonoro apreendido dentro de uma barbearia, onde foi flagrada a emissão de 90 decibéis, volume bem acima do que determina a Lei Municipal de Combate à Poluição Sonora (nº 5.354/98), que estabelece os limites de 70 decibéis das 7 às 22h e de 60 decibéis das 22 às 7h.  


Fonte: GEFIP/SUCOM

domingo, 13 de maio de 2012

PALESTRA SOBRE POLUIÇÃO SONORA NA ESCOLA MUNICIPAL AGRIPINIANO BARROS

Palestra sobre poluião sonora no bairro de Praia Grande
A Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realizou nesta quarta-feira (09) mais uma palestra sobre poluição sonora. Desta vez, os contemplados pela ação educativa foram os estudantes do ensino fundamental da Escola Municipal Agripiniano Barrros, localizada no bairro de Praia Grande. Os alunos turno matutino, receberam informações a respeito dos malefícios causados pelo uso abusivo de som à saúde e ao convívio social.
A coordenadora de ações educativas, Larissa Sá deu início a palestra falando sobre os projetos desenvolvidos pela Sucom e o especialista da Gerência de Fiscalização e Prevenção à Poluição Sonora (Gefip), Edson Silva, explanou o tema através de slides, vídeos e matérias veiculadas pela imprensa, explicando o quanto a emissão de sons e ruídos em altos níveis é nociva. “Temos que deixar claro que o órgão não é contra o som, mas contra o uso indiscriminado de fontes sonoras”, pontuou.
A turma interagiu fazendo perguntas e tirando as dúvidas, tronando-se um grande colaborador no sentido de levar  aos seus falmiliares informações sobre o que a autarquia vem fazendo para combater o execesso de som em nossa cidade.
Para denunciar casos de poluição sonora na capital baiana, o cidadão pode ligar para o telefone (71) 2201-6660. O atendimento funciona 24 horas.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

PALESTRA SOBRE POLUIÇÃO SONORA NO BAIRRO DE PRAIA GRANDE

Estudantes de Itapuã são contemplados com palestra sobre poluição sonora
Em busca de intensificar o combate à poluição sonora em Salvador, a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realizou na noite desta terça-feira (8) mais uma palestra a respeito dos malefícios do som alto no meio urbano. Ao invés de notificação e auto de infração, desta vez os recursos utilizados foram slides e vídeos informativos, para promover a conscientização de cerca de 40 estudantes do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA), na Escola Municipal Manuel Lisboa, em Itapuã. A iniciativa visa transformar os espectadores em agentes multiplicadores da campanha contra o problema em suas comunidades.
O integrante da Gerência de Fiscalização e Prevenção à Poluição Sonora da Sucom (Gefip), Edson Silva, explanou sobre os danos que a emissão abusiva de sons e ruídos pode causar à saúde, como perda auditiva e alteração no ritmo dos batimentos cardíacos. O palestrante também fez um alerta quanto aos cuidados na hora de utilizar fontes eletroacústicas em ambientes residenciais e, na conclusão da palestra, mencionou a Lei Municipal 5.354/98, que estabelece os limites de 70 decibéis das 7h às 22h e de 60 decibéis das 22h às 7h. “O importante é deixar claro que a Sucom não é contra o som, mas contra o uso indiscriminado de equipamentos sonoros”, sinalizou.
Para a estudante Antônia Santos, 47 anos, a iniciativa da autarquia é positiva. Ela acredita que as fiscalizações somadas às ações educativas terão impacto na redução dos casos de som alto. A opinião é compartilhada pela vice-diretora da instituição visitada, Nhara Célia da Costa. “A Sucom plantou a ‘sementinha’ do uso consciente dos aparelhos sonoros, basta agora confiar que os estudantes vão repassar as informações para seus amigos, vizinhos e parentes”.
Mais ações - Dando continuidade ao cronograma, a Sucom realizará hoje (9) uma palestra para os alunos do turno matutino da Escola Municipal Agripiano Barros, em Praia Grande. No ano passado, a superintendência promoveu 92 ações de caráter educativo para públicos variados: comerciantes, integrantes de segmentos religiosos, associações de moradores e estudantes das redes pública e privada de ensino.
Para denunciar casos de poluição sonora na capital baiana, o cidadão pode ligar para o telefone (71) 2201-6660. O atendimento funciona 24 horas.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

DESTRUIÇÃO DE EQUIPAMENTOS SONOROS PELA SUCOM

Sucom destrói três mil fontes sonoras e consolida parceria com Secretaria de Segurança Pública 
Para marcar o Dia Municipal Contra a Poluição Sonora, comemorado hoje (7), a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) promoveu nesta manhã a destruição de cerca de três mil equipamentos de som. O material foi apreendido durante as operações de fiscalização que a autarquia promoveu entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. O ato ocorreu às 10h30 em um terreno atrás do edifício Empresarial Thomé de Souza (Av. ACM), prédio em que funciona a sede da autarquia. Com a utilização de um rolo compressor, um trator e marretas, o órgão deu fim a caixas de som, tuitas, módulos e cornetas. Os equipamentos saíram do depósito da Sucom, na região dos Dois Leões, e chegaram ao local de comboio, por volta das 9h.
Antes da destruição, às 10h, o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, e o superintendente da Sucom, Cláudio Silva, concederam entrevista coletiva a respeito das operações especiais que vêm realizando, juntamente com a Polícia Militar e a Polícia Civil, para combater a poluição sonora, um dos principais vetores da criminalidade em Salvador. Em um mês e meio, as seis ações sigilosas nas áreas do Subúrbio Ferroviário e Liberdade resultaram na apreensão de 546 equipamentos sonoros e na queda de 16% no índice de homicídios e 12% no de roubos a coletivos.
Também estiveram presentes ao encontro o comandante geral da Polícia Militar, Coronel Alfredo Castro; o delegado do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), Adailton de Souza Adan, representando o delegado geral da Polícia Civil, Hélio Jorge da Paixão; e o delegado do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Jesus Pablo Barbosa; além do vereador Geraldo Júnior, vice-líder do governo João Henrique na Câmara, representando o prefeito; e do Diretor Setorial da Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador (CDL), Haroldo Dias Nuñez. Aproveitando a presença das autoridades participantes das operações, Cláudio Silva agradeceu o apoio prestado ao poder público municipal. “A Sucom vem cumprindo o papel de devolver a tranquilidade da população e para isso tem contado com a polícia nas operações, que não são poucas. Juntos, estamos tirando das ruas os equipamentos que poderiam gerar criminalidade”, pontuou o gestor, enfatizando que a autarquia registra anualmente cerca de 50 mil denúncias de poluição sonora.
“Temos trabalhado na prevenção à criminalidade e combatido as aglomerações que venham a causar tumulto, o que tem relação com a poluição sonora, ligada diretamente ao uso de entorpecentes e bebidas alcoólicas. Queremos agradecer a parceria que a Sucom firmou com a Secretaria de Segurança Pública, pois dentro de uma operação nossa, já existente, a "Silere", o órgão integra forças para a atuação em eventos e locais em que há a violação da lei do silêncio. A parceria com a Sucom será mantida”, disse Maurício Barbosa.
Números da Poluição Sonora – Do início do ano até agora, a Sucom já recebeu 25.508 queixas de poluição sonora e apreendeu 1.516 equipamentos sonoros. Em 2011, o saldo total foi de 68.360 queixas e aproximadamente 2.800 apreensões.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

PALESTRA SOBRE POLUIÇÃO SONORA NA ESCOLA MUNICIPAL NO BAIRRO DE PRAIA GRANDE

Palestra sobre poluição sonora para os alunos do EJA na Escola Municipal Agripiniano Barros em Praia Grande 
Na noite desta quinta-feira (26), agentes da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) compareceram na Escola Municipal Agripiniano Barros, localizada no bairro de Praia Grande, para realizar mais uma palestra sobre poluição sonora no meio urbano. Os representantes da Gerência de Fiscalização e Prevenção à Poluição Sonora (Gefip) abordaram a temática para os estudantes da turma do EJA da instituição. Eles participaram do debate e conheceram um pouco do trabalho de combate à poluição sonora realizado pela autarquia.
O especialista da Gefip, Edson Silva, falou sobre o tema, apresentando as Leis que tratam sobre a poluição sonora dando ênfase a Lei Municipal Nº 5.354/98, que estabelece os limites de 70 decibéis das 7h às 22h e de 60 decibéis das 22h às 7h, deu exemplos de ruídos, por meio de efeitos sonoros, e apresentou vídeos com situações que retratam a violência no meio urbano como conseqüência do barulho excessivo. Também foram apontados os prejuízos à saúde das pessoas expostas a altos níveis sonoros, como perda auditiva, estresse e alteração dos batimentos cardíacos e outros. “Não cause e não deixe que causem poluição sonora, faça sua parte e contribua para um melhor ambiente sonoro em nossa cidade”, destacou.

Para denunciar abuso sonoro, o cidadão pode ligar o telefone (71) 2201-6660. O atendimento funciona 24h


quarta-feira, 25 de abril de 2012

PALESTRA SOBRE POLUIÇÃO SONORA NO BAIRRO DE PIRAJÁ

Palestra sobre Poluição Sonora no Meio Urbano na Escola Municipal Professora Alexandrina Santos Pita em Pirajá
Dando continuidade ao cronograma de ações educativas de prevenção à poluição sonora em Salvador, agentes da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) realizaram na manhã desta terça-feira (24) mais uma palestra para estudantes. Desta vez, o órgão contemplou alunos do nono ano do ensino fundamental da Escola Municipal Professora Alexandrina Santos Pita, localizada na Rua Elisio Mesquita, Nº 465, no bairro de Pirajá. A turma participou do debate e conheceu um pouco do trabalho realizado pela autarquia no combate à emissão sonora abusiva.
Através de vídeos e slides, o especialista da Gerência de Fiscalização e Prevenção à Poluição Sonora (Gefip), Edson Silva, explanou o tema mostrando os problemas que afetam os cidadãos expostos ao som elevado, a exemplo dos males causados à saúde, como estresse, depressão, perda da audição e memória, aumento da pressão arterial e gastrite. Na oportunidade, ele também instruiu o público sobre a Lei Municipal nº 5.354/98, que regula os limites de utilização sonora: 70 decibéis até às 22h e 60 decibéis entre 22h e 7h.
Para denunciar abuso sonoro, o cidadão pode ligar para o telefone (71) 2201-6660. O atendimento funciona 24h.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

PALESTRA SOBRE POLUIÇÃO SONORA NO MEIO URBANO

PALESTRA SOBRE POLUIÇÃO SONORA NA ESCOLA MUNICIPAL NO BAIRRO DE FEDERAÇÃO

Nesta quarta-feira (18), pela manhã, os  agentes da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (SUCOM) compareceram na Escola Municipal Aristides Novis, localizada no bairro de Federação, para realizar mais uma palestra sobre poluição sonora no meio urbano. Os representantes da Gerência de Fiscalização e Prevenção à Poluição Sonora (GEFIP) abordaram a temática para os estudantes do ensino fundamental da instituição.
O especialista da (GEFIP), Edson Silva, falou sobre o tema, utilizando recursos psicodidáticos, conquistando à atenção dos alunos, por meio de efeitos sonoros, com apresentação de vídeos sobre poluição sonora no meio urbano, dando ênfase ao perigo do barulho excessivo. Também foram apontados os prejuízos à saúde das pessoas expostas a altos níveis sonoros, como perda auditiva, estresse e alteração dos batimentos cardíacos e outros. Os alunos demonstraram interesse no assunto, fazendo perguntas e contando as experiências vivenciadas no meio da sua comunidade com relação à poluição sonora. Segundo a diretora, o tema será ainda debatido na sala de aula para verificar o nível de entendimento dos alunos. Para o palestrante é fundamental continuar desenvolvendo nas escolas esta iniciativa que contribuirá em muito para melhorar o ambiente sonoro em nossa cidade. Ele finalizou conclamando a todos para levar as informações aos pais, familiares e amigos “faça sua parte, diga não a poluição”.

Fonte: Edson Silva/GEFIP/SUCOM